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Saúde mental – Suicídio

A depressão, atualmente, é considerada uma patologia do humor que afeta grande parte da população em alguma época da vida. É caracterizada por alterações de humor, e pode afetar a capacidade de ação das pessoas, podendo haver também desinteresse pelas atividades e perda de energia.

A depressão hoje é um dos problemas mais comuns e também um dos mais graves, que vêm sendo vivenciados por uma parcela bastante significativa da população, gerando sérias implicações que podem afetar as relações pessoais, o trabalho, o relacionamento amoroso e consequentemente levar à solidão. É uma doença que possui episódios de longa duração, provocando prejuízo psicossocial e físico, e em alguns casos, alto risco de suicídio.

O acidente de trabalho assim como a violência, assaltos, a falta de segurança relacionada ao trabalho é um grande fator que pode gerar a depressão no indivíduo, pois geralmente vem acompanhado de alguns sintomas como o medo após um evento estressante e esta doença também está relacionada ao trabalho, ou seja, na relação entre o trabalhador e o contexto de trabalho.

Histórico

“A palavra depressão origina-se do latim e é composta de duas outras palavras: “de” (baixar) e “premère” (pressionar), isto é, “deprimèreque, literalmente, significa “pressionar para baixo”. (COUTINHO & SALDANHA, 2005 apudVIEIRA,2008, p. 27)

Constata-se que desde o surgimento histórico, a depressão é diagnosticada de forma diferente, sendo relacionada com linhas de pesquisas de estudiosos, pesquisadores de formas distintas, onde teóricos se contradizem em relação ao termo.

Segundo Cordás (2002) a depressão é conhecida há muito tempo, inicialmente como loucura, melancolia, mania, fúria divina, possessão, bruxaria, tristeza, demência, psicose. Até se chegar ao Transtorno Depressivo um grande caminho foi percorrido paralelo a história da nossa civilização.

De acordo com Cordás (2002 apud BAPTISTA, 2004) a depressão vem sendo estudada a partir de algumas teorias. A teoria hipocrática afirmava que a bile negra – conhecida como um fluido básico – em excesso provocava o que hoje denominamos de depressão. Outras teorias explicavam a depressão baseando-se na possessão demoníaca da alma.

Segundo Wolpert (2003) na antiguidade o estigma vinculado à depressão não era igual a hoje, pois o portador de depressão era considerado um ser bastante superior. Para Aristóteles, a melancolia era o temperamento do artista criativo em decorrência da crença de que a criatividade era promovida pela bílis negra.

Na Grécia Antiga havia afirmações de que o medo ou a depressão prolongados significava melancolia. Acreditava-se que a doença mental pudesse ser infligida pelos deuses como punição por alguma impunidade. Hipócrates, nos séculos IV e V antes de Cristo, descrevia a melancolia como uma condição associada à aversão ao alimento, desalento, abatimento, insônia, irritabilidade e inquietude, como também a uma tristeza mórbida e intensa que era contra a vontade do paciente e que, às vezes podia se intercalar com quadros de exaltação de humor. (ALCANTARA et.al., 2003)

Atualmente, predominam as explicações apoiadas nos neurotransmissores como, por exemplo, a diminuição da serotonina e dopamina no cérebro do portador de depressão; esses neurotransmissores estão intimamente ligados às emoções.

Depressão

De acordo com a OMS – Organização Mundial de Saúde (2001) a depressão pode ser classificada como um grande problema de saúde pública, estando entre a quarta de todas as doenças onerosas, haja vista as conseqüências causadas ao individuo, podendo levar até o suicídio. Essa patologia, chamada atualmente de “o grande mal do século” é considerada um transtorno de humor, que precisa ser identificado e tratado. É um transtorno mental bastante comum nos dias de hoje, somente na América Latina existe estima-se que 24 milhões de pessoas sofram da doença. (GABRIEL, 2007).

A depressão é uma doença caracterizada por mudanças no comportamento, no ânimo e, principalmente, nos estados de humor em variados níveis dos indivíduos portadores. Os pacientes depressivos distorcem consistentemente suas interpretações dos acontecimentos, de modo que eles mantêm visões negativas de si próprias, do ambiente e do futuro. A depressão pode comprometer o físico e o psicológico, provocando alteração do pensamento, influenciando na forma como a pessoa percebe o mundo, entende as coisas e manifesta emoções, e na disposição e no prazer com a vida. (VELASCO, 2009) Paim (1983 apudVIEIRA, 2008) afirma que nos estados depressivos, as funções psíquicas encontram-se perturbadas em seu conjunto e destaca como alguns sintomas importantes: a tristeza vital, a angústia e a inibição da psicomotricidade. Essa desordem pode impor severas limitações ao ser humano, e ser mais incapacitante que muitas doenças crônicas, pois pode reduzir a produtividade, ocasionando ausências no trabalho, falta de vontade de viver, sentimento de cansaço e de inferioridade, e dificuldade em tomar decisões. (PAULO, 2005).

O que se observa no quadro clínico da depressão são sentimentos de tristeza e vazio intenso, o deprimido tende a agir como se a vida fosse movida por uma obrigação, perdendo a disposição para realizar atividades cotidianas. A sua vida parece tornar-se apática, sem graça, não tendo expectativa de futuro, vivendo o presente como se a cada dia fosse um tormento. (CORRÊA 1995; ASSUNÇÃO et. al 1998 apud CANALE, 2006) Sendo assim, a depressão de uma forma geral pode ser considerada uma doença crônica caracterizada por períodos de piora e melhora dos sintomas, resultando em complicações como: efeito na saúde física, impacto nas atividades do dia-a-dia e nos relacionamentos, abuso de substâncias e risco de suicídio.

Essa patologia pode afetar qualquer tipo de pessoa, porém algumas estão mais predispostas do que outras.

Sobre os fatores de risco para o desenvolvimento da depressão, Brunner (2005, p. 74) afirma que:

A história familiar é um problema focal, situações estressantes, acidentes de trabalho, violência tanto psicológica como física, sobrecarga de trabalho, pressão psicológica, assalto, a falta de habilidade que o ser humano tem em reconhecer suas próprias emoções (autoconhecimento emocional), relacionamento com outras pessoas, as perdas e crises familiares, a pobreza, falta de sistema de apoio, história de abuso físico ou sexual, abuso de substância atual, assim como episódio prévios de depressão, inicio antes dos 40 anos de idade, co-morbidade clínica, tentativas progressivas de suicídio, geralmente o sexo feminino são mais freqüentes, são importantes fatores de risco para o inicio da depressão.

De acordo com Filgueira (2007) entre os fatores de risco para a depressão destacam-se: o gênero, a idade, história pessoal, história familiar, estressores sociais e perdas.

Com relação ao gênero, o autor afirma que as mulheres estão mais propensas e apresentam maior risco de desenvolvimento de depressão, em comparação aos homens. Ao contrário dos homens que tendem a mascarar a sua depressão (talvez por isso a menor taxa relatada de depressão em homens), a mulher procura ajuda com mais freqüência.

Quando o autor se refere à idade, ele afirma que o início da depressão é mais comum entre os 20 e 40 anos de idade, e que os jovens vivenciam episódios depressivos com riscos mais elevados, inclusive o risco de suicídio.

Quanto à história pessoal, o autor alega que a maioria dos indivíduos com história prévia de depressão tem uma maior probabilidade para novos episódios depressivos do que o indivíduo que nunca apresentou.

Ao discorrer sobre a história familiar, esse mesmo autor assegura que a história familiar de depressão, ou seja, a presença de episódios depressivos em membros da família aumenta o risco para outros membros; assim como a depressão materna influencia também diretamente na criança. Em um ciclo perpetuador, apresentar depressão durante a infância aumenta o risco de depressão na idade adulta. Além disso, sabe-se que os companheiros de pacientes deprimidos também apresentam risco aumentado de desenvolver essa doença.

No que se refere aos estressores sociais e às perdas, o autor relata que as pessoas que apresentaram episódios depressivos graves, freqüentemente relataram eventos estressantes como: perdas de parentes, aposentadoria, traumas, doença crônica, entre outros. A separação dos pais, a perda de um companheiro (por divórcio ou morte), a ocorrência de abuso físico e experiências de medo, também são capazes de desencadear um episódio depressivo. Os indivíduos que desenvolvem depressão após uma perda, provavelmente apresentam também fatores predisponentes (genéticos e/ou ambientais).

Outro fator que também precisa ser levado em consideração quando se fala em depressão, segundo Fontenelle (2008) é o fator hereditário, ou seja, a genética que revela uma pré-disposição em certas pessoas para desenvolver tal patologia mais do que outras.

Segundo Fontenelle (2008, p. 55):

O fator hereditariedade tem grande relevância na depressão. Não que o fato de ter alguém com histórico da doença na família seja determinante, mas é certamente mais um aspecto que deve ser acompanhado de perto, da mesma forma como é feito em outros tipos de patologias. Por tratar-se de um transtorno mental, muitas vezes ignora-se a prevalência da doença como forma de fuga ao problema.

Desta forma, não se deve analisar a depressão de forma isolada, porque suas causas estão unidas a diversos fatores, como os biológicos, genéticos, neuroquímicos, ambientais, entre outros.

Em relação ao diagnóstico, Oliveira e Lima (2003) afirmam que são vários os fatores que podem contribuir com as dificuldades encontradas para realização do diagnóstico, assim como para o tratamento da depressão. O indivíduo pode entender que os sintomas depressivos são como reações normais à condição médica, pois na depressão pode ocorrer a presença de sintomas físicos como dores, cansaço e falta de energia. Em decorrência da variedade de sintomas e da ausência de alguns exames com objetivo confiável, o diagnóstico da depressão nem sempre pode ser realizado de uma maneira simples e direto.

Segundo Louzã Neto (2007, p. 228):

Os clínicos e até mesmo alguns psiquiatras não estão habilitados para diagnosticar o transtorno. Em decorrência disto existe um grande número de pessoas utilizando antidepressivos sem reconhecimento de elementos sugestivos desse transtorno o que apresenta tendência a piorar o quadro clínico e o prognóstico desses pacientes, demonstrando necessidade de se fazer treinamento mínimo com o corpo médico geral para que identifiquem a depressão. Com o tratamento correto, a morbimortalidade diminui consideravelmente.

Existe uma grande dificuldade para diagnosticar a depressão no indivíduo, pois alguns sintomas depressivos se assemelham com outras patologias.

Subtipos da Depressão

Segundo Wolpert (2003) muitos são os sintomas da depressão, mas nem sempre os mesmos são de fácil reconhecimento e por isso podem ser confundidos com outras patologias.  Para esse autor, os principais sinais e sintomas da depressão são: sentimentos tristes e melancólicos; perda de interesse por atividades consideradas agradáveis anteriormente (como sexo ou outras atividades); dificuldade para dormir ou excesso de sono; agitação ou retardo psicomotor; sentimento de cansaço ou indisposição; sentimento de inferioridade ou culpa; dificuldade de concentração, organização do pensamento, memória ou dificuldade tomar decisões; pensamento de morte ou suicídio.

De acordo com Del Pino (2003 apud DALGALARRONDO, 2008) convém ressaltar que os sintomas afetivos da depressão estão relacionados com a perda do sentido da vida, da alegria, e podem conduzir ao isolamento, tristeza persistente e profunda, sentimento de melancolia, choro fácil e frequente, apatia, perda do interesse em atividades que se interessava anteriormente. Pode ocorrer também uma falta de sentimento – o indivíduo refere não conseguir sentir nada -, irritabilidade, inquietação aumentada quando ouvem ruídos, vozes e/ou pessoas, angústia, ansiedade, desesperança, pensamentos negativos, desespero e aflição, sentimento de tédio, aborrecimento crônico, dificuldades de tomar decisões. Com relação às alterações da esfera instintiva, o indivíduo apresenta desânimo, diminuição da vontade de viver, anedonia (incapacidade de sentir prazer), hipobulia (diminuição ou a incapacidade do potencial volitivo). Existe ainda o cansaço e a fadiga, e o indivíduo sente constantemente o corpo pesado; insônia ou hipersonia, perda ou aumento do apetite, constipação, palidez, pele fria com diminuição de turgor, diminuição da libido e também da resposta sexual. Os pacientes podem apresentar ainda: ruminações com mágoas antigas, negativismo e pessimismo com relação a qualquer coisa, visão de mundo com marcas de tédio, idéias de desaparecimento, vontade de dormir e não mais acordar e até mesmo a ideia da morte, com planos e atos suicidas.

As alterações da volição e da psicomotricidade são de negativismo (o paciente recusa alimentos e a interação pessoal), mutismo (recusa em falar), estupor hipertônico ou hipotônico, aumento na latência entre as perguntas e respostas, tendência a permanecer na cama o dia todo em ambientes escuros e recusa de receber pessoas. (DEL PINO, 2003 apud DALGALARRONDO, 2008).

Ainda segundo esses autores, é importante o conhecimento dos sinais e sintomas, para que os mesmos sejam detectados e o indivíduo possa ser encaminhado para um tratamento, a fim de que a patologia não se agrave com o passar do tempo.

O Ministério da Saúde (BRASIL, 2006) classifica a depressão, em relação aos níveis de gravidade, em leve, moderada e grave.  Na depressão leve o paciente apresenta sintomas como humor deprimido, anedonia, falta de energia, porém ele não para suas funções completamente. Na depressão moderada os pacientes exibem os mesmos sintomas, porém já apresentam dificuldades em executar suas funções. Na depressão grave, aparecem os seguintes sintomas: humor deprimido, anedonia, falta de energia, considerável inquietação e agitação, ou retardo psicomotor, podendo cursar com sintomas psicóticos, como delírios e alucinações.

Ainda sobre os sinais e sintomas da depressão, Louzã Neto (2007, p. 223) afirma que: “a combinação dos sinais e sintomas depressivos dá origem a alguns subtipos como: distimia, depressão atípica, melancólica ou endógena, psicótica, estupor depressivo, agitada ou ansiosa, secundária orgânica (Vide Quadro 1). Classificar a depressão em subtipos é importante, pois os variados quadros clínicos da depressão diferem quanto ao curso e ao prognóstico, assim como apresentam respostas diferentes aos tratamentos. (ANTONIO et. al, 2006).

• Tipos de Depressão:

Distimia: É considerado como uma depressão crônica, muitas vezes de intensidade leve, que dura por muito tempo. Geralmente tem início no começo da vida adulta e normalmente persistem por vários anos. Os sintomas mais comuns deste tipo de depressão são dificuldades de tomar decisões, diminuição da auto-estima, mau humor crônico, fadigabilidade aumentada, irritabilidade e sentimento de desesperança, dificuldade de se concentrar e tomar decisões. Esses sintomas estão presentes de forma interrupta, por um tempo de pelo menos, dois anos.

Atípica: É um subtipo de depressão que acontece em episódios depressivos de intensidade leve e grave, em transtorno unipolar e/ou bipolar. Os sintomas são: aumento do apetite e/ou ganho de peso, reatividade do humor aumentado (quando existem resoluções positivas ele melhora caso contrário o indivíduo piora muito rápido), fobias, sensibilidade exacerbada quando se trata de indicativos da rejeição e hipersonia.

Melancólica ou endógena: É um tipo de depressão prevalecem os sintomas endógenos, independentes de fatores psicológicos. São eles lentificação psicomotora, demora em responder as perguntas, anedonia, ou seja, incapacidade de sentir prazer, alterações da diminuição de latência do sono REM e principalmente insônia terminal, perda do apetite, entre outros. Existe a tristeza vital, ideação de culpa e hiporreatividade geral.

Psicótica: É uma depressão grave, além dos sintomas depressivos existem sintomas psicóticos, como delírio de ruína ou culpa, delírio hipocondríaco ou de negação de órgãos e alucinações.

Estupor Depressivo: É uma situação grave depressiva, onde o individuo costuma permanecer na cama ou sentado por um longo período, em estado de catalepsia, que exprime com ausência de respostas, recusa alimentar, muitas vezes o individuo urina e defeca no local de permanência, podendo também desidratar e morrer por complicações clínicas como pneumonia, insuficiência pré-renal e desequilíbrio hidroeletrolítico.

Agitada ou Ansiosa: É uma depressão na qual o indivíduo apresenta forte ansiedade e inquietação psicomotora, queixa-se de intensa angústia associados com outros sintomas depressivos, insônia, estão sempre irritados e não conseguem parar quietos, desesperando-se. Nos casos graves, existe sério risco de suicídio.

Secundária ou Orgânica: É considerada uma síndrome depressiva muitas vezes associada a uma doença ou um quadro clínico somático, sendo ele sistêmico e principalmente cerebral. Doenças ou síndromes como hipertireoidismo, hipo ou hipertireoidismo, lúpus eritematoso sistêmico, doença de Parkinson e acidentes vasculares cerebrais (AVCs), apresentam com bastante freqüência quadro depressivo, que muitas vezes fazem parte da própria condição patológica, quando o AVC ocorre no lado esquerdo e mais próximo do pólo frontal desencadeando depressões secundárias freqüentes.

Tratamento da Depressão

Atualmente o tratamento adequado da depressão é feito através do tratamento farmacológico aliado ao tratamento psicoterápico.

A medicação psiquiátrica é parte indispensável no tratamento, e a psicoterapia é de fundamental importância como apoio e auxílio no tratamento do portador de depressão. Deve-se, portanto, trabalhar conjuntamente em busca do êxito e da melhora do paciente. (VELASCO, 2009).

Segundo Fontenelle (2008, p. 63):

É praticamente consenso entre os especialistas de que a associação entre medicamentos e psicoterapia é a maneira mais eficiente para o tratamento da depressão. Até porque, em muitos casos, a doença é uma conseqüência de dificuldades internas em lidar com a dor, a perda e as dificuldades cotidianas.

A priori é necessário um diagnóstico para detectar o tipo de depressão e então iniciar o tratamento farmacológico, que geralmente se faz com o uso de medicamentos antidepressivos. A história clínica e psiquiátrica do paciente é colhida através de uma anamnese, para que a partir disso se possa escolher o melhor antidepressivo para o caso. (VELASCO, 2009).

Velasco (2009) afirma que existem mudanças no comportamento do indivíduo após o desenvolvimento da depressão como apresentar pensamentos suicidas, prejuízos na vida profissional incluindo redução na produtividade, prejudica também as relações familiares podendo levar ao isolamento, pouco interesse em cuidar de si mesmo e pode ter dificuldade de aderir ao tratamento.

O tratamento psicoterápico é uma das intervenções do campo de Saúde Mental, feito em parceria com o próprio paciente, na qual se busca observar, analisar e tentar ajudar na melhora de qualidade de vida dos sujeitos acometidos pela depressão. Tem-se como objetivo acolher e ajudar uma vida que muitas vezes está paralisada e não é mais capaz de encontrar saída, ou a encontra através do suicídio. (LINS, 2006).

O tratamento da depressão por medicamentos antidepressivos são usados com o intuito de controlar ou reverter parcialmente às alterações bioquímicas presentes no cérebro. No tratamento antidepressivo é necessário entender de uma forma mais global, tendo em vista o ser humano como um todo. (SOUZA, 1999)

Ainda de acordo com Souza (1999, p.2) “os antidepressivos produzem, em média, uma melhora dos sintomas depressivos de 60% a 70%, no prazo de um mês, enquanto a taxa de placebo é em torno de 30%”.

A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) possue diversos artigos e matérias postadas em seu site que tratam muito bem a respeito da depressão.



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